Em 2019, 977 pessoas contraíram a forma clínica mais frequente da Doença Meningocócica, segundo dados do Governo Federal.1 Esse número pode ser reduzido com a vacinação dos principais portadores da bactéria causadora da doença, os adolescentes.2,3 Graças ao seu estilo de vida, eles são um dos grupos que correm mais riscos de contrair e de transmitir a doença.2,4,5 Em 2020, O SUS começou a oferecer a vacina contra os sorogrupos ACWY de maneira gratuita para adolescentes de 11 e 12 anos de idade, marcando, assim, mais um avanço no combate da doença meningocócica no Brasil.5,6 A vacinação em adolescentes além de protegê-los, contribui para a proteção da população em geral uma vez que menos pessoas tendem a transmitir a bactéria causadora da doença.7

 

Entenda um pouco mais sobre a doença:

A Meningite Meningocócica afeta pessoas de todas as idades, principalmente crianças, adolescentes e jovens adultos.2,5 Por mais que seja uma doença rara, ela tem alta letalidade (até 50% quando não é tratada), podendo matar em 24 horas após o início dos sintomas ou, em 10% a 20% dos casos, provocar graves sequelas como deficiência ou perda auditiva e dano cerebral.5 
Apesar da disponibilidade das vacinas conjugadas (meningocócica C e ACWY) nos postos de saúde e Unidades Básicas de Saúde, a baixa cobertura vacinal de adolescentes ainda é um desafio. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, a vacinação contra meningite em adolescentes no Brasil teve uma meta de 80% estabelecida pelo Programa Nacional de Imunização para 2018.6,7