Incidência de H.pylori pelo Brasil

 

A infecção por Helicobacter pylori (HP) é uma doença crônica encontrada em mais da metade da população mundial, sendo considerada a maior causa de gastrite crônica e doença ulcerada péptica tanto em adolescentes e crianças quanto em adultos. Além disso, o HP é um importante fator de risco para o desenvolvimento de linfoma de tecido linfático associado à mucosa (MALT) e carcinoma gástrico1. A infecção por Helicobacter pylori constitui o fator etiológico mais comumente associado à úlcera péptica em todo o mundo, onde mais de 70% dos infectados são assintomáticos. Estima-se que de 10% a 20% dos indivíduos infectados pelo H. pylori desenvolvam a úlcera péptica ao longo da vida e que fumo, uso abusivo de álcool, estresse, problemas com sono, hábitos alimentares, trabalho físico pesado e suscetibilidade genética sejam fatores influenciadores de seu aparecimento2. Confira, abaixo, um mapa que aponta a quantidade de internações por úlcera gástrica e duodenal e outras doenças do aparelho digestivo nos últimos cinco anos (2015-2019).

Norte e Nordeste

 

Mundialmente conhecido por causar infecções gástricas e estar associado ao câncer gástrico, o Helicobacter pylori ou H. pylori (Hp), é uma bactéria gram-negativa, de forma espiralada, bastante resistente e que pode permanecer viva por longos períodos fora do corpo humano, em água, vegetais e fezes1,2. De acordo com o gastroenterologista e coordenador da disciplina de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL), James Ramalho, a infecção pelo H. pylori acomete cerca de metade da população mundial, com taxas de infecção variando entre os países de acordo com seus índices de desenvolvimento3. “Apesar da tendência de declínio da infecção com a melhoria das condições socioeconômicas em diversas regiões do mundo4, os índices de resistência do microrganismo aos atuais antimicrobianos utilizados em seu tratamento vêm aumentando globalmente, situação extremamente preocupante5”, afirma. A erradicação da bactéria está associada a uma diminuição na taxa de câncer gástrico quando a intervenção ocorre antes do estabelecimento de lesões pré-neoplásicas5-7. Todavia, no Brasil, a oferta de água potável e de atendimento básico e saneamento dos esgotos ainda é bastante precária, não atingindo na totalidade as residências dos 100 maiores municípios brasileiros8. O acesso aos métodos diagnósticos da infecção pelo H. pylori, exceto a endoscopia digestiva, são pouco disponíveis na imensa maioria das cidades brasileiras.

 

Aspectos regionais

 

Segundo Ramalho, as regiões Norte e Nordeste do Brasil são as menos favorecidas em relação à qualidade das moradias, saneamento básico, água potável e nível educacional/econômico da população8. Por isso, a prevalência da infecção por H. pylori é elevada. Confira, a seguir, alguns dados sobre as regiões:

 

Teresina: Um estudo epidemiológico realizado na cidade de Teresina (PI) revelou uma prevalência da infecção em 71,7% das crianças de famílias de baixa renda com 11 ou 12 anos e de apenas 21,7% em crianças da mesma faixa etária, mas com elevada condição socioeconômica9;

 

Campina Grande: Na cidade de Campina Grande (PB), foi encontrada uma prevalência de 59,8% em adultos dispépticos10;

 

Ceará: No Ceará, um estudo que acompanhou crianças de baixa renda por oito anos, entre 2000 e 2008, revelou aumento da prevalência da infecção de 53,4% para 64,7%11;

 

Rondônia: No estado de Rondônia, a prevalência em crianças variou de 24% a 51%, considerando-se os níveis socioeconômicos alto e baixo, respectivamente12.


Principais sintomas e possíveis complicações do Helicobacter pylori

 

A aquisição da infecção geralmente ocorre nos primeiros dez anos de vida6, promovendo um quadro histológico de gastrite aguda, que evolui, em 100% dos casos, para gastrite crônica5. Apesar das alterações histopatológicas, na maioria das vezes os pacientes são assintomáticos13. A manifestação clínica mais comum da infecção por H. pylori é a dispepsia, um grande problema de saúde, cuja prevalência atinge mais de 10% das populações adultas, com sua carga de morbidade e os custos do sistema de saúde no diagnóstico e no tratamento5. Além disso, outras consequências possíveis são as úlceras pépticas gastroduodenais, gastrite atrófica, metaplasia intestinal, displasia, linfoma MALT5,6,13, anemia ferropriva e plaquetopenia (em alguns casos6) e adenocarcinoma gástrico, a mais relevante complicação provocada pela bactéria14.

 

Tratamentos para H. pylori

 

Atualmente, o arsenal terapêutico disponível no Brasil para o tratamento do H. pylori teve uma redução significativa, com a indisponibilidade comercial da furazolidona e dos sais de bismuto. Além disso, tornou-se difícil encontrar algumas apresentações de tetraciclina e metronidazol no mercado6. Esse fato, aliado à crescente resistência do H. pylori aos antimicrobianos, especialmente à claritromicina, gera um fator complicador em sua terapêutica6. Diante desse cenário, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou, recentemente, uma lista de bactérias causadoras de condições cujos tratamentos necessitam, urgentemente, de novos antibióticos; nessa lista, H. pylori tem alta prioridade15. Outra droga, a rifabutina, recomendada para retratamento em vários consensos internacionais, não está disponível em nosso país6,16.

 

Sudeste

 

O Helicobacter pylori, mais conhecido como H. pylori (Hp), é uma bactéria gram-negativa, de forma espiralada, com distribuição universal, sendo considerada a causa de infecção crônica mais frequente em humanos. É bastante resistente, podendo permanecer viva por longos períodos fora do corpo humano, em água, vegetais e fezes1,2. De acordo com o gastroenterologista Ricardo Barbuti, médico assistente do Departamento de Gastroenterologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), o Hp ainda é um problema de saúde pública em todo o mundo e está relacionado a várias afecções gástricas e extragástricas, como as úlceras de estômago e duodeno, adenocarcinoma gástrico, linfoma gástrico tipo MALT, dispepsia associada ao H. pylori, anemia ferropriva de causa desconhecida, deficiência de vitamina B12 e a púrpura trombocitopênica imune3. O médico afirma que, apesar de o alto índice de tumores malignos no estômago estar associado à bactéria (cerca de 80%, segundo o IV Consenso Brasileiro sobre Infecção por H. pyrlori), a contaminação de pessoa para pessoa é que deve ser frisada. “Esses fatores de risco estão relacionados à transmissão do Hp e, portanto, devem ser controlados. Entretanto, o destaque principal na contaminação é o contato de pessoa para pessoa. Especialmente nossas mães ou quem nos cuidava quando éramos muito jovens são as principais fontes de transmissão dessa bactéria3,4”, enfatiza.

 

Estima-se que 50% da população mundial esteja afetada pela bactéria. Em países em desenvolvimento, onde a maioria das crianças é infectada antes dos dez anos, a prevalência em adultos atinge 80% antes dos 50 anos2

 

Aspectos regionais

 

Alguns estudos mostram que existe uma relação direta entre condições de saneamento básico e prevalência da infecção pela bactéria. “Na cidade de São Paulo, obtivemos, em doadores de sangue saudáveis, cerca de 66% de sorologias positivas para H. pylori em homens e cerca de 63% em mulheres. Em pacientes com afecções digestivas, talvez essa prevalência seja superior. Em outros locais do Brasil com condições de saneamento básico piores, a prevalência é ainda maior. Pode também haver diferenças de prevalência em uma mesma cidade, considerando-se populações diferentes, expostas a diferentes condições socioeconômicas de saneamento3,5”, explica Barbuti.

 

Segundo Ricardo Barbuti, a maioria dos pacientes infectados, na verdade, é assintomática. Dos que desenvolvem sintomas, a maior parte vai apresentar o que chamamos de dispepsia associada ao Hp. Cerca de 10% podem evoluir para úlceras gástricas ou duodenais, 1% para adenocarcinoma e cerca e 0,1% para linfoma gástrico do tipo MALT3,6,7

 

Como tratar

 

O gastroenterologista afirma que as possibilidades terapêuticas disponibilizadas pela indústria atendem parcialmente às demandas dos profissionais de saúde. “Notamos cada vez mais cepas resistentes à claritromicina, o que fez com que fosse necessário um aumento no tempo de tratamento de sete para 14 dias, com intuito de incrementar os resultados do esquema tríplice tradicional, que ainda representa a opção de tratamento inicial recomendada pelo Consenso Brasileiro, tendo valores de sucesso superiores a 90%, idealmente 95%3,7”, informa. Outras opções de primeira escolha, de acordo com Barbuti, seriam o esquema quádruplo com bismuto, tetraciclina, imidazólico e IBP, ou, ainda, claritromicina, amoxicilina, imidazólico e IBP, sempre por 14 dias. Nos pacientes alérgicos à penicilina, as opções de primeira escolha seriam: tetraciclina, bismuto, imidazólico e IBP, ou claritromicina, levofloxacina e IBP3.

 

Medidas de prevenção para a população: como os profissionais de saúde devem orientar seus pacientes?

 

Procurar um gastroenterologista é muito importante quando existem sintomas que possam ser atribuídos a essa infecção, especialmente sintomas dispépticos. Em pacientes com história familiar de câncer gástrico, o H. pylori deve ser ativamente pesquisado, preferencialmente antes de evolução de gastrite crônica para atrofia. O ideal é que essa procura ativa comece por volta dos 16-17 anos de idade6,8.

 

Sul e Centro Oeste

 

Considerado o principal agente da infecção crônica mais comum em seres humanos, o Helicobacter pylori está presente em aproximadamente metade da população mundial. Apesar de, na maioria dos casos, os indivíduos infectados permanecerem assintomáticos, o índice de desenvolvimento de complicações decorrentes da bactéria fica entre 10% e 20% para as doenças gástricas e em 1% para cânceres gástricos1. Na região Sul, por exemplo, o câncer no estômago é o quinto entre os homens e o sexto entre as mulheres, ao passo que, na região Centro-Oeste, é o quarto no sexo masculino e quinto na população feminina2,3. Tendo em vista que cerca de 80% dos cânceres do estômago têm origem na presença de H. pylori no estômago, os índices da prevalência da bactéria se tornam alarmantes2. Segundo o gastroenterologista Ismael Maguilnik, professor adjunto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, esses números demonstram a importância epidemiológica e a preocupação dos colegas profissionais no tratamento dos casos individuais e nas medidas sanitárias para diminuir ou erradicar a bactéria. Para ele, isso é capaz de diminuir o número de brasileiros infectados e, por consequência, fazer a profilaxia das doenças relacionadas à bactéria. O médico também acredita que o principal caminho para a erradicação do H. pylori não está relacionado apenas ao uso de esquemas terapêuticos individuais, mas sim a políticas públicas de saneamento básico, tratamento da água e esgoto e educação da população para os cuidados de higiene pessoal e coletivo2. Portanto, a bactéria está mais presente no cotidiano do que se pensa. Por causar inúmeras patologias, é importante conhecer dados a respeito de algumas. A infecção por H. pylori constitui o fator etiológico mais comumente associado à úlcera péptica em todo o mundo, por exemplo. Estima-se que 10%-20% dos indivíduos infectados por H. pylori desenvolvam a úlcera péptica ao longo da vida4, além de ser uma das principais causas de neoplasmas malignos no estômago e linfoma não Hodgkin do tipo MALT. Confira algumas informações sobre essas doenças:

 

Cerca de 50% dos linfomas gástricos são linfomas da zona marginal dos folículos linfoides (MALT), sendo que estes estão associados à infecção pelo Helicobacter pylori em mais de 90% dos casos6

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