De acordo com o PDCA, os membros da equipe começam a planejar (planejar) a intervenção, em seguida, a testam (fazer) e observam (verificar), sempre bastante atentos às demandas conflitantes e ao espaço físico. A ideia é entender o que poderia ou deveria ser feito de forma diferente daquela que a equipe originalmente planejou.
No último passo, a equipe revisa o plano e o testa novamente (agir).

Depois de abordar com sucesso os modos de falha e executar um protocolo de prevenção de TEV eficaz, e importante evitar a presunção e que o novo processo está “estabelecido” para sempre. Em vez disso, continue a monitorá-lo.

Há com frequência novos achados de publicações de pesquisas, novas terapias e novas situações de pacientes que poderão exigir a revisão do processo ou da intervenção. Recomenda-se que a equipe permaneça responsável pelo monitoramento dessas questões, atualizando as ferramentas e os processos e revisando a investigação com base na estabilidade das métricas.

A measure-vention contínua, a auditoria e o feedback intermitentes reforçam as boas práticas e evitam defasagem do desempenho.

REFERÊNCIAS

  1. Maynard G.

    Preventing hospital-associated venous thromboembolism: a guide foreffective quality improvement, 2nd ed. Rockville, MD: Agency for HealthcareResearch and Quality

    October 2015.AHRQ Publication No. 16-0001-EF.