O protocolo de prevenção do tromboembolismo venoso (TEV) compõe uma avaliação de risco padronizada, associada a um menu de opções de profilaxia adequada a cada nível de risco atribuído, além de fornecer orientações para o tratamento de pacientes com contraindicações à profilaxia farmacológica.

Um dos objetivos da escolha do modelo adequado é integrar ao protocolo as ferramentas de análise de risco de sangramento e orientações de administração da profilaxia com anticoagulante durante procedimentos cirúrgicos ou intervenções com alto risco de sangramento.1

A avaliação de risco de TEV constitui, essencialmente, uma poderosa ferramenta e várias análises dos modelos de avaliação de risco estão disponíveis na literatura.1 O risco de sangramento é ponderado juntamente com uma avaliação de risco de TEV concomitante. Neste sentido, o risco de sangramento pode ocorrer em decorrência de cirurgia, de medicações ou de fatores inerentes ao paciente, e alguns fatores são mais preditivos de sangramento durante a hospitalização de pacientes clínicos.1