O hormônio tireoestimulante (TSH) é secretado de forma pulsátil e segue um ritmo circadiano, sendo sua concentração mais alta pela manhã e mais baixa à tarde.1,2

A variabilidade nas dosagens pode ser atribuída à secreção pulsátil,1,2 além de uma variabilidade sazonal.2

A concentração desse hormônio em níveis acima do normal tem impactos vastos e múltiplos, afetando o sistema cardiovascular;3 o sistema nervoso central;4 o metabolismo basal;5 o sistema gastrointestinal;6 o sistema musculoesquelético e ossos;5 rins;7 sistema reprodutor;8 fígado;6 pele, cabelos9 e olhos.10

O uso de doses adequadas de levotiroxina é fundamental para assegurar o tratamento de pacientes em hipotireoidismo,11 e é essencial enfatizar o índice terapêutico estreito deste medicamento: sua concentração tóxica mínima difere menos de duas vezes da concentração eficaz mínima e, portanto, a mudança de marca de levotiroxina pode levar à perda no controle do TSH.11