O tromboembolismo venoso (TEV) associado à hospitalização é uma causa comum de morbimortalidade. Embora às vezes haja ocorrência de TEV, apesar da administração da melhor profilaxia disponível, há muitos modos de falha do processo no ambiente hospitalar.1 

Entre as estratégias para melhoria contínua e manutenção dos resultados, sugere-se que as ações sejam iniciadas em pequena escala e depois o ritmo seja aumentado com ciclos de aprendizagem orientada pela ação usando-se, por exemplo, o modelo PDSA (sigla original de Plan-Do-Study-Act; Planejar–Fazer–Verificar–Agir).1 

Para a utilização adequada do PDSA deve-se iniciar as mudanças na menor escala possível: 
  • Executar apenas o número necessário de ciclos PDSA.
  • Divulgar gradativamente cada mudança.
  • Equilibrar as mudanças dentro de uma visão global para não afetar adversamente outros processos.
  • Ter cuidado com a preservação da produtividade e do fluxo de trabalho.1
Depois de abordar com sucesso os modos de falha e executar de forma eficaz o protocolo de prevenção de TEV, é importante continuar monitorando os resultados e revisar o processo e intervenção com base em novos achados de pesquisas, terapias e situações de pacientes.1