Segundo a atualização da 5ª Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Aterosclerose, pacientes de risco cardiovascular alto têm uma meta de LDL colesterol menor que 70 mg/dL.1

Entretanto, sabe-se que entre pacientes de prevenção secundária, apenas 22% estão dentro da meta preconizada de LDL.2

Além disso, pacientes em tratamento com estatinas apresentam queixas musculares e, embora estudos clínicos randomizados mostrem incidência baixa de sintomas musculares associados às estatinas, esse é um dos fatores que influenciam a aderência ao tratamento.3

A combinação de estatina e ezetimiba leva a uma redução adicional de LDL de 20 a 25%,4 redução mais significativa do que aquela obtida apenas aumentando-se as doses de estatinas,5 sem aumentar a incidência de eventos adversos,4 o que tem um impacto significativo na adesão ao tratamento.