O estudo ENDORSE (Epidemiologic International Day for the Evaluation of Patients at Risk for Venous Thromboembolism in the Acute Hospital Care Setting) avaliou, em 32 países, os pacientes em risco de tromboembolismo venoso (TEV) e a adequação da profilaxia,1 mostrando que 52% dos pacientes hospitalizados (64% dos quais eram pacientes cirúrgicos) estavam sob risco de TEV.1

 

No estudo, apenas 50% desses pacientes sob risco receberam profilaxia adequada1 e, no Brasil, a adequação da profilaxia em pacientes cirúrgicos foi ainda menor do que no resto do mundo.1

 

Diante dessa inadequação, demonstrada em outros estudos locais,2-4 protocolos de profilaxia, incluindo-se a atuação de comissões de profilaxia do TEV, vêm sendo implementados em diversas instituições brasileiras.5