Queremos saber mais sobre você!

Teste seu conhecimento e reflita sobre prevenção do diabetes tipo 1 autoimune:

Fill out my online form.

O DM1 AUTOIMUNE

O QUE É O DIABETES TIPO 1 AUTOIMUNE?

No diabetes tipo 1 autoimune (DM1), o sistema imunológico ataca as próprias células produtoras de insulina no pâncreas, levando à deficiência de insulina.1–3

POPULAÇÕES EM RISCO DE DM1 AUTOIMUNE

Alguns fatores podem aumentar seu risco:

    Sua chance de desenvolver diabetes tipo 1 autoimune (DM1) pode ser até 15 vezes maior se você tem um pai, mãe ou irmão com a doença (em comparação com pessoas sem familiares afetados).6

    Se você ou um familiar próximo possui outra doença autoimune.7–9

A DM1 AUTOIMUNE SE DESENVOLVE AO LONGO DO TEMPO

Em seus estágios iniciais, o DM1 autoimune se desenvolve de forma gradual e silenciosa, sem sintomas.1,10

Com o tempo, o número de células produtoras de insulina diminui até que a produção de insulina se torne insuficiente, levando ao aparecimento dos sintomas. Neste estágio, o tratamento com insulina é necessário.1

Adaptado de Breakthrough T1D. Os estágios do diabetes tipo 1. Acesso em 22 de abril de 2025. https://jdrf.org.au/stages-of-type-1-diabetes/

O risco vitalício de progressão para DM1 autoimune sintomática (Estágio 3) a partir dos Estágios 1 e 2 aproxima-se de 100% em crianças.1

O RASTREIO FAMILIAR

QUEM DEVE BUSCAR O RASTREIO?

O rastreio proativo pode transformar vidas ao detectar a condição antes do desenvolvimento dos sintomas.1,14,15

O rastreio de autoanticorpos para diabetes tipo 1 autoimune (DM1) traz benefícios independentemente do resultado.2 Não se trata de gerar preocupação, mas sim de promover a preparação.16,17

QUEM VOCÊ DEVE CONSIDERAR PARA RASTREIO DO DM1 AUTOIMUNE?

    Existe uma alta frequência de ocorrência conjunta entre DM1 autoimune e outras doenças autoimunes.18,19

    A doença celíaca e a tireoidite autoimune podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento do DM1 autoimune.7,8,20

    dos adultos com DM1 autoimune são inicialmente diagnosticados de forma incorreta.21

    Destes,

    recebem diagnóstico de DM2.21

DETECÇÃO PRECOCE

POR QUE A DETECÇÃO PRECOCE É IMPORTANTE?

A detecção precoce...

…oferece a você e à sua família conhecimento valioso e tempo, reduzindo o estresse e a ansiedade diante de um diagnóstico inesperado.17,22,23

…pode ajudar você a tomar medidas ativas para antecipar complicações inesperadas e problemas de saúde a longo prazo.2,22

…permite que você e seu médico identifiquem oportunidades que podem contribuir para uma participação mais ativa no cuidado com a sua saúde.22,23

EVITAR CETOACIDOSE DIABÉTICA (CAD) NO DIAGNÓSTICO PODE MELHORAR OS DESFECHOS DE SAÚDE24-28

Evitar a CAD na detecção está associado a melhores níveis de HbA1c em longo prazo.29,2

Prevenir a hiperglicemia crônica pode ajudar a reduzir o risco de:

COMPLICAÇÕES MACROVASCULARES30

Incluindo acidente vascular cerebral e doença cardiovascular.

COMPLICAÇÕES MICROVASCULARES30

Incluindo olhos, rins e sistema nervoso.

UMA EXPECTATIVA DE VIDA REDUZIDA31

Perda de até aproximadamente 11–13 anos de vida, principalmente devido a coma diabético, cetoacidose diabética (CAD) e doença isquêmica do coração.

A detecção precoce permite uma transição mais tranquila para a vida com diabetes tipo 1 autoimune.2,10,14,17,23,32

    A detecção precoce cria uma janela valiosa para educação e suporte proativos.2,10,14,23

    O sofrimento relacionado ao diabetes está associado a níveis mais elevados de HbA1c.33 A detecção precoce, aliada à educação e ao suporte, pode aliviar a carga emocional e melhorar o controle da HbA1c no Estágio.3.32

    Crianças diagnosticadas por meio de rastreio antes do início dos sintomas apresentam menos episódios de CAD no diagnóstico do Estágio 3 em comparação àquelas não rastreadas.32

    A oferta de educação de qualidade para famílias com crianças diagnosticadas com DM1 autoimune em Estágio 1 ou 2 melhora a qualidade de vida e reduz o estresse parental na progressão para o Estágio 3.10

A DETECÇÃO PRECOCE PODE AJUDAR A REDUZIR O RISCO DE CAD8,37

O RASTREIO FAMILIAR

COMO A TESTAGEM ACONTECE?

Identifique precocemente o DM1 autoimune testando autoanticorpos no sangue.2,39

Clique nas abas abaixo para navegar pelo conteúdo disponível nesta seção da página. A aba em destaque mostrará o conteúdo correspondente a cada título:

  • Estágios 1 e 2

    Progressão para o estágio 3 do DM1 autoimune – ansiedade e confusão46,47

    Ansiedade parental:

    • Ansiedade em relação à saúde da criança
    • Sentimento de responsabilidade pelo monitoramento e prevenção da doença

    Medo do desconhecido:

    • Incerteza; quando a insulina será necessária?
    • Qual será a gravidade?
    • Potencial para complicações agudas

    Menor engajamento: 

    • Preocupações com o manejo ao longo da vida
    • Impacto na educação, carreira, relacionamentos, segurabilidade
  • Estágios 3

    A detecção precoce permite preparação46,47

    Antecipação versus crise súbita:

    • O diagnóstico pode ser um choque repentino
    • O processo gradual de adaptação pode reduzir a ‘surpresa’ associada ao diagnóstico de DM1 autoimune Estágio 3

    Educação/autocontrole aprimorados: 

    • Buscar proativamente informações sobre insulina, dieta, estilo de vida e tratamentos
    • Decisões são mais informadas
    • Indivíduos sentem-se mais ‘no controle’

    Redução da CAD:

    • Menor risco de CAD no diagnóstico
    • Estado mental aprimorado

HISTÓRIAS REAIS

CONHEÇA OS EMBAIXADORES: HISTÓRIAS REAIS DA COMUNIDADE DE DM1 AUTOIMUNE

Clique em cada pessoa para descobrir mais sobre a sua experiência de diagnóstico e como a detecção precoce melhorou ou poderia ter melhorado suas vidas.

Compartilhar

    Referências:

    1. DiMeglio LA, Evans-Molina C, Oram RA. Lancet. 2018;391(10138):2449-2462.
    2. Insel RA, Dunne JL, Atkinson MA, et al. Diabetes Care. 2015;38(10):1964-1974.
    3. Sims EK, Besser REJ, Dayan C, et al. Diabetes. 2022;71(4):610-623.
    4. Warshauer JT, Bluestone JA, Anderson MS. Cell Metab. 2020;31(1):46-61.
    5. Diabetes UK. Differences between type 1 and type 2 diabetes. Accessed May 2025. https://diabetes.org.uk/diabetes-the-basics/differences-between-type-1-and-type-2-diabetes
    6. Gregory GA, Robinson TIG, Linklater SE, et al. Lancet Diabetes Endocrinol. 2022;10(10):741-760.
    7. Haller MJ, Bell KJ, Besser REJ, et al. Horm Res Paediatr. 2024;97(6):529-545.
    8. Ludvigsson JF, Ludvigsson J, Ekbom A, et al. Diabetes Care. 2006;29(11):2483-2488.
    9. Biondi B, Kahaly GJ, Robertson RP. Endocr Rev. 2019;40(3):789-824.
    10. Cárdenas-Roldán J, Rojas-Villarraga A, Anaya JM. BMC Med. 2013;11:73.
    11. Moore DJ, Leibel NI, Polonsky W, et al. Int J Gen Med. 2024;17:3003-3014.
    12. Haller MJ, Bell KJ, Besser REJ, et al. Horm Res Paediatr. 2024:1-30.
    13. Breakthrough T1D (anteriormente JDRF). Os estágios do diabetes tipo 1. Acesso em 22/04/2025. https://jdrf.org.au/stages-of-type-1-diabetes/
    14. Phillip M, Achenbach P, Addala A, et al. Diabetes Care. 2024;47(8):1276-1298.
    15. Narendran P. Diabetologia. 2019;62(1):24-27.
    16. Raab J, Haupt F, Scholz M, et al. BMJ Open. 2016;6(5):e011144.
    17. Quinn LM, Dias RP, Greenfield SM, et al. Diabet Med. 2024:e15490.
    18. Quinn LM, Rashid R, Narendran P, et al. Br J Gen Pract. 2022;73(726):36-39.
    19. Barker JM. J Clin Endocrinol Metab. 2006;91(4):1210-1217.
    20. Głowińska-Olszewska B, Szabłowski M, Panas P, et al. Front Endocrinol (Lausanne). 2020;11:476.
    21. Skov J, Kuja-Halkola R, Magnusson PKE, et al. Eur J Endocrinol. 2022;186(6):677-685.
    22. Muñoz C, Floreen A, Garey C, et al. Clin Diabetes. 2019;37(3):276-281.
    23. Besser REJ, Bell KJ, Couper JJ, et al. Pediatr Diabetes. 2022;23(8):1175-1187.
    24. Besser REJ, Ng SM, Gregory JW, et al. Arch Dis Child. 2022;107(9):790-795.
    25. Veijola R, Koskinen M, Helminen O, et al. Pediatr Diabetes. 2016;17(Suppl 22):25-30.
    26. Martinez MM, Spiliopoulos L, Salami F, et al. Clin Diabetes Endocrinol. 2022;7(1):23.
    27. Sousa GR, Pober D, Galderisi A, et al. Circulation. 2019;139(6):730-743.
    28. Zakir M, Ahuja N, Surksha MA, et al. Cureus. 2023;15(9):e45835.
    29. Duca LM, Wang B, Rewers M, et al. Diabetes Care. 2017;40(9):1249-1255.
    30. Fowler MJ. Clin Diabetes. 2008;26(2):77-82.
    31. Livingstone SJ, Levin D, Looker HC, et al. JAMA. 2015;313(1):37-44.
    32. Hummel S, Carl J, Friedl N, et al. Diabetologia. 2023;66(9):1633-1642.
    33. Diabetes e saúde emocional - Capítulo 3: Angústia relacionada ao diabetes. Acesso em 22/04/2025. https://professional.diabetes.org/sites/default/files/media/ada_mental_health_workbook_chapter_3.pdf
    34. Wolfsdorf JI, Glaser N, Agus M, et al. Pediatr Diabetes. 2018;19(Suppl 27):155-177.
    35. Tomic D, Craig ME, Magliano DJ, et al. Diabet Med. 2024;41(1):e15218.
    36. AbuHammad GAR, Naser AY, Hassouneh LKM. BMC Endocr Disord. 2023;23(1):102.
    37. Stahl MG, et al. Am J Gastroenterol. 2021;116(1):180-7.
    38. Cameron FJ, Scratch SE, Nadebaum C, et al. Diabetes Care. 2014;37(6):1554-1562.
    39. Ghetti S, et al. Endocrinol Diabetes Metab. 2023;6(3):e412.
    40. Ghetti S, Kuppermann N, Rewers A, et al. Diabetes Care. 2020;43(11):2768-2775.
    41. Aye T, et al. Diabetes Care. 2019;42(3):443-9.
    42. Hammersen J, et al. Pediatr Diabetes. 2022;22(3):455-62.
    43. Duca LM, et al. Pediatr Diabetes. 2019;20:172-9.
    44. Ospelt E, Hardison H, Rioles N, et al. Clin Diabetes. 2024;42(1):17-26.
    45. ElSayed NA, Aleppo G, Aroda VR, et al. Diabetes Care. 2023;46(Suppl 1):S19-S40.
    46. Bennet Johnson S, et al. Curr Diab Rep. 2011; 11:454-9
    47. O’Donnell H. Stakeholder Engagement in Screening.Presented at: Childhood Diabetes Prevention Symposium; November 9–10, 2023; Aurora, CO, USA.