Sinais e sintomas que exigem atenção

Se a criança de quem você cuida apresentar qualquer um dos sintomas ou sinais listados abaixo, é importante falar com um médico:

Entenda como a inflamação acontece

Apesar de a causa da EoE ainda não ser bem conhecida, sabe-se que alguns tipos de alimentos e/ou partículas respiradas são potenciais gatilhos. Um certo tipo de inflamação, conhecida por “inflamação tipo 2” inicia, e pode causar a EoE. É possível que a EoE aconteça em mais de um membro da mesma família.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da esofagite eosinofílica (EoE) deve ser feito por um médico. Para confirmar a suspeita, pode ser solicitada uma endoscopia digestiva alta com biópsia, que consiste na coleta de pequenas amostras do esôfago para análise. Esse exame é essencial para verificar se há, de fato, EoE.

A EoE pode ser confundida com outras doenças!

DRGE (Doença do Refluxo Gastroesofágico) 
A DRGE acontece quando o ácido do estômago volta para o esôfago, causando irritação e aquela sensação de queimação (azia). Embora alguns sintomas sejam parecidos com os da EoE, são doenças diferentes e o tratamento não é o mesmo

Alergia Alimentar 
Nas alergias alimentares, a reação normalmente é rápida e pode afetar a pele, a respiração e o sistema digestivo. Já na EoE, a reação aos alimentos acontece de forma mais lenta e a longo prazo. 

A EoE tem cura?

A EoE não tem cura definitiva, mas tem controle, e isso faz toda a diferença. Com o acompanhamento certo e o tratamento adequado, é possível controlar a inflamação, aliviar os sintomas e ter uma vida normal. Fale com o seu médico!

Suporte para Pacientes e Cuidadores

Cuidar de uma criança com EoE pode ser desafiador. Aqui estão algumas associações de pacientes que podem ajudar você:

    Referências:

    1. Gonsalves NP and Aceves SS. J Allergy Clin Immunol 2020; 145(1): 1–7.  

    2. Muir AB and Falk GW. JAMA 2021; 326(13): 1310–1318.  

    3. Lucendo AJ et al. United Eur Gastroenterol J 2017; 5(3): 335–358.  

    4. Lucendo AJ and Molina-Infante J. Curr Opin Gastroenterol 2018; 34(4): 226–232.